Este é o pior site da história.

e Nós nos orgulhamos muito disso.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Esperando o ônibus


O lobinho nunca mente

Este curta é muito legal. Um cara que bate com a cabeça, fica paralisado e começa a morrer.


Palhaço cagando

Este vídeo é um dos meus preferidos do mundo canibal.


UNICEF, aborto, controle populacional e vacinas

Julio Severo

De 9 de agosto a 12 de setembro de 2008, toda a população de homens e mulheres na faixa etária dos 12 aos 39 anos no Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte será obrigada a ser vacinada. Será a maior vacinação na história do mundo. Qual o motivo de uma vacinação tão grande contra uma doença que não é mortal nem representa risco para a vasta maioria da população do Brasil?


A campanha “Brasil Livre da Rubéola” conta com o apoio do UNICEF, agência da ONU que tem sido acusada de fazer parte de uma agenda mundial de controle de população. Não é novidade o envolvimento da ONU e do UNICEF em iniciativas para reduzir a população mundial por meio do aborto, o controle da natalidade e até mesmo medidas de introduzir agentes esterilizantes em vacinas em massa. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html]

Entretanto, embora quase 100% da população brasileira esteja livre de sofrer quaisquer danos da rubéola, 100% da população têm um sistema reprodutivo. Essa é uma grande preocupação para os militantes pró-aborto. Em campanhas de vacinação semelhante em outros países, que as realizaram em nome de uma suposta preocupação com uma doença sem risco significativo, testes indicaram agentes esterilizantes nas vacinas. Como no caso atual da campanha “Brasil Livre da Rubéola”, o alvo eram pessoas em idade reprodutiva. Como no caso do Brasil, o UNICEF estava por trás de todas as campanhas de vacinação que envolviam vacinas contaminadas com agentes esterilizantes.

Na campanha de vacinação em massa contra a rubéola na Argentina em 2006, foi confirmada a presença de agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536] O UNICEF estava por trás da campanha.

Em 2004, numa campanha estatal de vacinação em massa contra a pólio na Nigéria, um cientista constatou agentes esterilizantes nas vacinas. [http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html] A campanha contou com o apoio do UNICEF.

Durante os anos, o UNICEF tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros meios de redução da população. Nessa questão, o UNICEF é bem parecido com Temporão. Para entender o que realmente quer o UNICEF, considere:

Em 1987, o UNICEF oficialmente apoiou “serviços de aborto de boa qualidade” na Conferência Internacional de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e Crianças em Nairóbi, Quênia.

Em 1993, o UNICEF aumentou — de 2 para 5 milhões de dólares — sua contribuição para o UNFPA, órgão da ONU que vem apoiando a política da China comunista de forçar esterilização e abortos em mulheres com mais de um filho.

Em 1995, o Supremo Tribunal Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF, envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas.

Fonte: http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/oct/021030a.html

Os exemplos da Nigéria, Filipinas e Argentina mostram que vacinas contaminadas com agentes esterilizantes podem fazer parte de “inocentes” campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. Essas vacinas são administradas sem que os vacinados tenham consciência do que lhes foi injetado. Esse fato ocorre principalmente em países do Terceiro Mundo onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas anti-doenças facilitam a introdução de agentes anti-fertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional.

Programando o corpo humano para combater a reprodução

Desde a década de 1970, experimentos de controle da natalidade têm sido conduzidos em países do Terceiro Mundo. Esses experimentos eram realizados por ricos grupos de controle populacional com a finalidade de se desenvolver substâncias esterilizantes que pudessem atuar conjuntamente com a fórmula das vacinas existentes. As experiências iniciais, com o apoio da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da ONU, foram com vacinas contra o tétano e difteria. (Proc. Nati. Acad. Sci. USA Vol. 91, pp. 8532-8536, agosto de 1994)

O propósito declarado dos agentes anti-fertilidade é induzir esterilidade temporária fazendo com que o sistema imunológico da mãe se volte contra a gravidez. Não se sabe exatamente quantos tipos de métodos esterilizantes foram desenvolvidos por grupos de controle populacional, mas anos atrás a OMS ajudou a produzir um agente que neutraliza o hormônio humano da gravidez hCG (gonadotropina coriônica humana), um hormônio que o óvulo fertilizado produz no corpo da mulher logo após a concepção. O agente, que geralmente é atrelado às vacinas contra doenças (como tétano, difteria, rubéola, etc.), faz com que o sistema imunológico confunda o hormônio natural da gravidez como se fosse um germe de infecção. Daí, o corpo da mulher não reconhece o sinal da natureza que é hora de se preparar para a gravidez. O resultado é que o óvulo fertilizado acaba sendo rejeitado pelo corpo da mulher, ocorrendo assim um micro-aborto bem no início da gravidez.

A função dos agentes esterilizantes em vacinas contra doenças é fazer com que o sistema imunológico humano reaja contra a reprodução ou o início de uma gravidez do jeito que reage a uma infecção: combatendo e rejeitando.

Por sua interferência no funcionamento do delicado e complexo sistema imunológico e reprodutivo, os agentes anti-fertilidade nunca são inofensivos. Pode haver muitos riscos potenciais: indução de doenças no sistema imunológico e alergias, agravamento de doenças infecciosas, etc.

Há agentes anti-fertilidade nas vacinas da campanha “Brasil Livre da Rubéola”? É difícil responder, até porque quem criou esses agentes teve a clara má intenção de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível possível. Mas o que não é segredo são os sentimentos de Temporão e UNICEF com relação à vida dos bebês em gestação.

Assim, o que temos hoje no Brasil é o presidente de um partido pró-aborto, com um ministro da saúde pró-aborto juntamente com um UNICEF pró-aborto promovendo a inocente campanha “Brasil Livre da Rubéola” ou a “Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola”.

Tudo pelo bem-estar dos bebês em gestação?

O suposto objetivo da campanha é a erradicação da rubéola e proteger bebês em gestação de contágio possível de suas mães. Quer maior motivo de riso (ou de tristeza) do que um ministro de saúde pró-aborto dizer que quer o bem-estar de bebês em gestação?

Se Temporão tivesse uma preocupação genuína com os bebês em gestação no Brasil, ele sem dúvida lançaria uma campanha para erradicar do Brasil todas as clínicas clandestinas de aborto — sem mencionar, é claro, os próprios serviços do SUS que realizam abortamentos médicos. Além disso, ele também repreenderia Lula pelo apoio, no Brasil e na ONU, que seu governo tem dado ao aborto.

Pesquisa após pesquisa indica que, muito longe de apoiar a ideologia de implantação do aborto no Brasil, a população brasileira é pró-vida. Talvez a propaganda da campanha de vacinação de José Temporão esteja apenas espelhando esse popular sentimento pró-vida brasileiro.

Entretanto, há apenas um problema. Embora a campanha de vacinação seja apresentada como medida para proteger bebês em gestação — razão suficiente para atrair todo o apoio da população que é majoritariamente pró-vida —, Temporão em nada mudou seus sentimentos para com esses bebês. Ele ainda quer a legalização do aborto no Brasil.

Então, o que está por trás de sua suposta preocupação com o risco de alguns poucos bebês pegarem rubéola? Embora o Brasil tenha uma população enorme de quase 200 milhões de habitantes, em 2007 foram registrados apenas 17 casos de defeitos congênitos em todo o Brasil provocados pela rubéola. http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_rubeola140708.pdf

Esse número é muito inferior ao número de casos registrados na Inglaterra, que tem uma população muito menor do que a do Brasil. Em comparação com o Brasil, que tem 17 casos por ano, a Inglaterra tem 43. http://www.patient.co.uk/showdoc/40024887/

Além disso, os casos de rubéola — que não representam perigo de saúde pública — caíram de 30 mil em 1997 para 326 em 2005. [http://www.cives.ufrj.br/informacao/rubeola/rubeola-iv.html]


As aventuras de uma merda


s, para pegar experiência. Até então, ele ganhava a vida como representante comercial.

Tem cinco filhos com a mesma mulher.

O TJ decidiu mantê-lo na cadeia para impedir que pressione as testemunhas.

Antes da decretação da prisão preventiva, fiéis da igreja intimidaram familiares da menina estuprada. “A vítima, sua mãe e um sobrinho foram seguidos e ostensivamente observados,” afirmou o desembargador Erickson Maranho, relata o site Consultor Jurídico.

Ressaltou o desembargador:

“Esse é um crime hediondo [o estupro] e muito grave com indícios de materialidade e de autoria. A prisão cautelar não é aberrante porque o pastor é um perigo para a ordem e a segurança pública. É um homem que do púlpito induz multidões e no particular demonstrou ser capaz de seduzir pessoas. No meu entendimento é uma temeridade colocar na rua um cidadão como o pastor.”


http://e-paulopes.blogspot.com/2008/08/tj-mantm-na-cadeia-pastor-acusado-de.html

Condenado o pastor que estuprou garota em nome de Jesus


Meados de 2006. Patrícia (nome fictício) estava prestes a completar 14 anos e gostava do filho do pastor José Leonardo Sardinha, da Igreja Assembléia de Deus Ministério Plenitude. Mas o rapaz não se interessava por ela. Mas o pastor, sim.

[sardinha[4].jpg]Então Sardinha (foto) disse à menina que teve um sonho profético: se fizesse um sacrifício, como Abraão havia feito na Bíblia, ela conquistaria o seu filho.

O sacrifício em nome de Jesus seria ter com ele relações sexuais por três vezes.

Sardinha recebia mensagens divinas com freqüência, conforme suas pregações aos fiéis, mas nenhuma lhe alertou que ia ser condenado à prisão por estupro e atentado violento ao pudor.

No dia 6 de novembro, a juíza Jucimara Esther de Lima Bueno, da 26ª Vara Criminal Central, de São Paulo, condenou-o a 21 anos de cadeia em regime inicialmente fechado.

Ele já estava preso preventivamente desde 24 de março deste ano no Centro de Detenção Provisória de Vila Independência, para que não intimidasse familiares da vítima, os quais teriam sido perseguidos por fiéis da igreja por algum tempo.

Na sentença, a juíza sublinhou que Patrícia tinha se tornado em “refém do discurso do pastor”.

Ao se entregar pela primeira vez ao Sardinha, a garota, que era virgem, perguntou se o sonho que ele tivera era mesmo ‘de Deus’. O pastor garantiu que sim, que ele nunca brincaria com o nome de Deus. E em um motel, em três diferentes ocasiões, o pastor abusou da menina, em coito anal e vaginal. A menina sentia dores, mas o religioso dizia que sacrifício a Deus é assim mesmo.

Depois de ter feito o ‘sacrifício’, a garota ficou chateada porque a profecia não se cumpriu: o filho do pastor continuava ignorando-a.

Para acalmar a menina, o Sardinha, em um culto, chegou a pregar que as coisas ocorrem no tempo de Deus, não quando as pessoas querem.

O pastor já tinha dito à menina, na terceira vez que a levou para o motel, que ela deveria ser dele, que ele deixaria a mulher para se juntar a ela.

Patrícia desistiu do filho do pastor e acabou acreditando que o religioso gostava dela. Voltaram a ter relacionamento sexual, agora com o consentimento dela.

Regina, a mãe de Patrícia , disse que não desconfiou de nada. “Ele era um homem de Deus.”

Quando Regina soube do namoro, ela contou para a mulher do pastor, que teria sido perdoado (consta que não foi a primeira vez). Mas logo depois o inferno do pastor ia começar: o caso foi levado ao Ministério Público, que o denunciou à Justiça.

Na Justiça, o pastor se defendeu dizendo que tudo foi invenção da Regina, com quem, disse ele inicialmente, teve um caso extraconjugal. A invenção, portanto, teria sido uma vingança de Regina. O que não ficou provado.

Além disso, em seus depoimentos à polícia e à Justiça, o pastor se contradisse em vários pontos, anotou a juíza Jucimara em sua sentença, de onde foram tiradas as informações deste post.

Acostumado a ludibriar os féis com a oratória, o evangélico foi condenado, em parte, por suas próprias palavras.



http://e-paulopes.blogspot.com/2008/08/tj-mantm-na-cadeia-pastor-acusado-de.html

Oito neonazistas israelenses são presos em Tel Aviv


A polícia israelense deteve oito jovens de um grupo neonazista oriundos da antiga União Soviética (URSS), acusados de terem agredido imigrantes, homossexuais, judeus e árabes, informa hoje a imprensa local.

Os detidos, de idades entre 17 e 21 anos, confessaram ter atacado dezenas de pessoas, a maioria trabalhadores estrangeiros, na região da estação central de ônibus de Tel Aviv, segundo fontes policiais.

Hoje, o tribunal de Ramla (arredores de Tel Aviv) prorrogou até depois de amanhã a prisão preventiva dos jovens.

Segundo as fontes, seis dos oito presos confessaram fazer parte do grupo neonazista e terem participado das agressões. Os outros dois, supostos líderes e identificados como Arik Ely Boniatov e Ilia Bonderenko, negam as acusações.

A polícia apreendeu com eles 5 kg de explosivos, uma pistola e um fuzil M-16 que, segundo investigações, o grupo pretendia utilizar contra um grupo de "punks" de Tel Aviv com os quais já tinham tido vários confrontos violentos.

Um dos jovens, que chegaram a Israel quando eram crianças, há dez anos, fez isso conforme a Lei do Retorno, que garante aos judeus de todo o mundo a cidadania israelense. No entanto, os detidos são cristãos, afirmaram as fontes.

O caso levou deputados israelenses a solicitarem a reforma da lei. O ministro do Interior israelense, Meir Sheetrit, disse que, se os jovens forem condenados, perderão sua cidadania e serão expulsos de Israel.

"Israel se transformou em um refúgio para gente que odeia Israel e os judeus e que usa a Lei do Retorno para atuar de acordo com este ódio", denunciou Effi Eitam, do Partido Nacional Religioso.

O deputado árabe-israelense Ahmed Tibi criticou o fato de a lei garantir aos judeus de todo o mundo a cidadania no país, enquanto "os cidadãos de Nazaré e Taibe (duas localidades árabe-israelenses) não podem visitar seus familiares pelo simples fato de serem árabes".

A investigação policial começou há um ano, depois que desconhecidos pintaram uma suástica e o nome de Adolf Hitler em uma sinagoga da cidade de Petahtikva.

Segundo fontes policiais citadas pela imprensa israelense, o grupo pretendia comemorar o aniversário de Hitler no Museu do Holocausto (Yad Vashem) de Jerusalém.

A superintendente Revital Almog, a cargo da investigação, disse que os policiais descobriram que os jovens, "além de suas reuniões, nas quais faziam apologia ao nazismo, saíam em grupo para cometer ataques racistas em Tel Aviv".

Segundo ela, os suspeitos escolhiam suas vítimas entre pessoas em uma posição frágil para denunciá-los, como trabalhadores ilegais, principalmente africanos, aos quais "explicavam" que estavam sendo castigados porque não eram "brancos".

O grupo neonazista também atacava brutalmente drogados e homossexuais, que eram obrigados a assistir a vídeos em que os jovens eram vistos agredindo imigrantes.

Entre as imagens, há uma na qual o grupo cerca um jovem russo judeu viciado em drogas, e o obriga a ficar de joelhos e pedir perdão ao povo da Rússia por sua origem e por ser drogado. Depois batem nele e na pessoa que tenta ajudá-lo.

Entre os membros do grupo neonazista está Rostislav Bogoslavski, detido há alguns meses como suspeito do assassinato de duas pessoas em Petej Tikva.


http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1892167-EI308,00.html

Insentivo do governo japonês para as crianças aprenderem a cagar?



Eu até hoje estou tentando entender isso.

Massacre de Jim Jones





pROPAGANDA kINDER oVO

Você compraria um Kinder ovo motivado por uma propraganda publicitária dessas?


Entre um rapaz e uma velha

Senhor Toni's diz:
- Bom que quando chove a criminalidade baixa. Vagabundo não sai em dia de chuva, é bem difícil.

A velhinha responde:
- Mas essas chuvas trazem enchentes e só causam desastre!

Antonio responde:
- Antes pelas mãos de Deus do que pelas mão dos homens.

Vídeo horrível dos McJapas

Cara, ver este vídeo foi um dos piores desperdícios de tempo da minha vida.
Confira!



quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Homer Jay Simpson Cola

Estava eu em casa esperando minha mãe comprar o material pra pizza, jogando um videogame na sala, quando a ouvi entrando com as sacolas plásticas pela cozinha.
Tirei o pizza, o molho, a linguiça calabresa e o queijo.
Beleza. Nada demais, quando então tirei isto da sacola:




Rapaziada, o negócio não é mentira. tenho testemunhas oculares além da embalagem física do negócio... acredite se quiser.

sábado, 13 de dezembro de 2008

O suicídio é o maior produto de exportação do Japão? Notas sobre a cultura de suicídio no Japão

[Tradução: Eva Paulino Bueno]

Melancolia (1891) - De Edvard MunchNo ano 2004, quase nenhuma semana transcorreu sem alguma notícia sobre as bombas suicidas dos muçulmanos no Iraque ou Palestina, ou em Chechênia. Nós, os japoneses, vivemos em uma sociedade rica e geograficamente afastada dos acontecimentos no Oriente Médio e na Rússia, e muitos de nós vemos estas notícias das bombas suicidas como uma coisa estranha, ou como um jogo de vídeo game. Por outro lado, há alguns japoneses, especialmente os que são da geração que passou pela guerra, que vêem as notícias de forma diferente, traçando a figura dos bombardeiros suicidas aos “Kamikazes” do Japão, aqueles esquadrões de ataque aéreo do fim da segunda guerra mundial. De fato, um de meus colegas mais velhos outro dia veio conversar comigo, apontou para um item destes nas notícias, e sussurrou, melancolicamente, “essa é uma invenção japonesa.”

A sociedade japonesa já há muito tempo fornece materiais únicos para estudos sociais sobre o suicídio. Primeiramente, isto pode ser causado por causa do que se crê que é a nossa forma peculiar — de acordo com os observadores ocidentais-- de cometer o suicídio, tal como, por exemplo, o Hara-kiri ou o Shinjyuu. O Hara-kiri era um privilégio das classes superiores, e concedido somente aos samurais (guerreiros) para protegê-los de serem executados por inimigos. Já o Shinjyuu, a forma de suicídio cometida entre pessoas íntimas, era mais comum entre os plebeus. Esta última forma de suicídio ia desde o suicídio de amantes, do qual desenvolvemos um gênero literário — tal como o que se encontra nas peças de kabuki de Monzaemon Chikamatsu, o mais famoso escritor de peças para kabuk — até outros suicídios por familiares tais como o boshi-shinjyu (suicídio de mãe e filho/a), o ikka-shinjyu (o suicídio de toda a família), os quais ocorriam em todas as classes sociais. Ao mesmo tempo, antes da emergência moderna dos problemas de abuso de crianças e de velhos no Japão por volta de 1990, nós temos narrado o tipo de suicídio familiar de forma não-criminalizada, com a ausência de punições para quem teve a idéia do suicídio, porque, de todas formas, esta é a pessoa que mata toda a família, incluindo a criança desprotegida, os pais velhinhos, e os familiares que estão doentes.

Em segundo lugar, como já foi várias vezes dito, o ato de suicídio japonês é peculiar porque ele em geral é associado a um significado de valor e vingança. O suicídio tem uma associação de larga data com a salvação do nome ou fama da pessoa ou da família. A análise do suicídio tem sido considerada como um passo importante na compreensão da cultura, sociedade, e povo japonês. Entre os que foram fortemente levados por este tipo de motivação está, por exemplo, a antropóloga cultural americana, Ruth Benedict. No seu livro clássico sobre o Japão da ocasião da guerra, The Chrysanthemum and the Sword—O crisântemo e a espada — ela analisa características do comportamento japonês.

De acordo com Benedict, os japoneses, que não têm nem uma bússola interior forte nem o sentimento cristão da culpa, estão fortemente inclinados a salvar seu nome, ou mesmo a fama da nação, através do suicídio (Benedict, 1954). Similarmente, Emile Durkheim, o francês fundador da sociologia profissional moderna, é também conhecido por estudos sobre o suicídio, em parte referindo-se ao ritual da auto-imolação através do corte do ventre observado no Japão. De acordo com ele, o Japão é o tipo de sociedade onde existe prestígio social associado ao suicídio, e a recusa desta honraria tinha efeitos similares aos da punição real (Durkheim, 1952).

Por outro lado, o que deveria ser igualmente ou talvez ainda mais enfatizado neste contexto é que os japoneses, e não os observadores ocidentais, foram os que reconheceram e mais efetivamente utilizaram esta associação: o suicídio e o ethos japonês. Maurício Pinquet, o autor de “La mort voluntaire au Japon” — “A morte voluntária no Japão” — exemplificou a identidade cultural japonesa através da análise da “morte voluntária,” mas nunca deixou de ressaltar que a frase “Nação do suicídio” foi primeiramente uma invenção japonesa nos últimos anos da década de 50 (Pinguet, 1984).

O Japão fazia propaganda do suicídio, de certa forma encorajando seus membros a cometer atos suicidas, ao implantar vocabulários relacionados ao salvamento da fama, para impedir uma possível rebelião contra o governo. A figura do Kamikaze foi idealizada para glorificar a guerra. É importante lembrarmos que, antes de a Toyota, a Mitsubishi, e outras companhias japonesas serem criadas e transformadas em representantes do poderio e capacidade japoneses, entre outros fenômenos que atestavam a nossa “macheza” estava a nossa capacidade de cometer o suicídio. Assim, o suicida funcionava como uma “bala humana” usada contra o inimigo, não somente metaforicamente mas no sentido literal da palavra. Assim também funciona a resistência no Iraque em Israel. Onde quer que exista escassez de armas, ou de outros produtos manufaturados para exportar,os recursos humanos se tornam no substituto ideal.

Visão estatística: o suicídio como uma questão de gênero

Já que o suicídio está bem incorporado nos padrões comportamentais japoneses, a prevalência do suicídio não é assunto negligenciável. As últimas estatísticas da Agência de Polícia Nacional Japonesa diz que o número em 2003 chegou a 34.427 (27,0 por cada cem mil habitantes). Para cada cem mil pessoas, no ano 2000, a taxa no Japão foi de 34,1, comparado a 10,4 nos Estados Unidos, e 4,1 no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde e do Trabalho Japonês, depois da segunda guerra mundial, o Japão passou por três ondas de suicídio. A primeira onda teve seu ponto mais alto em 1958, com 23.641 mortes; a segunda alcançou o máximo em 1986 com 25.667 mortes. Atualmente, estamos no meio da terceira onda, que começou em 1998. Estas ondas são observáveis não somente em termos do número, mas também em termos da taxa por cada cem mil habitantes.

A alta taxa de suicídio no Japão também tem sido assunto de muitas discussões. Muitas coisas foram observadas em relação a estas estatísticas, mas as características do gênero são particularmente merecedoras de nota. As estatísticas de suicídio claramente mostram que os homens cometem mais suicídio que as mulheres, e esta característica está sendo acentuada ultimamente. De fato, as duas últimas ondas foram quase que totalmente resultantes do aumento do número de suicídio pelos homens. Em 1980, a taxa de suicídio (o número de suicídios para cada cem mil habitantes) foi de 22,9 para os homens, e 13,3 para as mulheres. Esta taxa passou para 40,1 e 13,5 respectivamente em 2003.

Por que os homens cometem mais suicídio que as mulheres? Seria porque, como Durkheim escreveu, os homens são mais excessivamente auto-reflexivos, ou mais angustiados por necessidades ilimitadas e com menos forças regulatórias exteriores, ou, talvez simplesmente porque eles estão menos envolvidos na sociedade? (Durkheim, 1952) Suas hipóteses podem ser ainda relevantes no Japão contemporâneo. Entretanto, em certa medida, a taxa mais alta de suicídio entre os homens se deve a diferentes papéis e expectativas sociais designadas a eles.

A divisão por idade quanto à taxa de suicídio entre homens e mulheres mostra como os papéis dos dois gêneros tem uma parte importante na explicação. Homens de 50-64 anos, especialmente de 55 a 59, têm a taxa mais alta de suicídio. Mas este é um desenvolvimento bem recente, que não se observa entre as mulheres. O fato que o número de suicidas está aumentando entre homens de meia idade com problemas financeiros ressalta a responsabilidade masculina de manter a sua família, e algumas vezes os seus empregados. Esta é uma realidade ainda mais pungente em dias de dificuldades econômicas. Alguns suicídios são como uma tentativa, por parte dos suicidas, de conseguir dinheiro do seguro de vida para sua família. Um fenômeno que tem sido observado é que um dos padrões mais comuns em suicídios é que eles ocorrem quando o período de carência do seguro termina. Por outro lado, as mulheres mais ou menos na mesma faixa etária vêem seu papel relacionado com a responsabilidade de cuidar dos membros da família. A taxa de suicídio de donas de casa sempre foi muito baixo, e continua sendo. Entretanto, a taxa de suicídio entre as mulheres aumenta à medida que elas envelhecem.

A diferença de gênero na taxa de suicídio tem sido usada para documentar o tratamento injusto que os homens recebem, e para diminuir a força das denúncias das feministas que falam da opressão da mulher. Mas esta taxa também pode ser usada para substanciar a permanência dos padrões do gênero ditados pelo patriarcado. O fato que homens cometem suicídio mais que as mulheres revela uma família do tipo paternalista, em que quem ganha o pão, quem sustenta a família, está mais em risco, especialmente com o colapso do sistema de emprego vitalício.

O novo fenótipo

Porque nós estamos em uma “nação de suicídio”, o assunto do suicídio periodicamente volta à tona, graças à mídia que se aproveita para debater este assunto quando não há outros mais interessantes. Em meados dos anos 80, nós tivemos uma vasta cobertura do suicídio devido ao ijime (ser abusado por colegas mais velhos ou mais fortes) entre crianças de escola. Outras vezes, nós observamos jovens suicidas seguindo o exemplo de seu ídolo depois da cobertura massiva da mídia do suicídio de alguma figura carismática. Toda vez que a imprensa dá cobertura a tais incidentes com detalhadas informações, algumas pessoas imitam o suicídio. É como se as razões e os métodos do suicídio tivessem sido sugeridos pelo discurso da mídia.

E a mesma coisa pode ser dita sobre as reportagens recentes sobre os pactos de suicídio ligados à Internet. Ao navegar pela database do Asahi Shinbun, um importante jornal japonês, usando palavras chave como “internet” e “suicídio”, pode-se descobrir que um incidente específico de pacto suicida primeiro ocorreu em outubro de 2000, mas foi noticiado sob a costumeira manchete de Shinjyuu. Embora as vítimas mal se conhecessem, suas histórias não mereceram a continuação da reportagem em dias subseqüentes. Em fevereiro de 2003, outro pacto suicida foi noticiado, e se tornou um marco para os pactos de suicídio pela Internet no Japão, devido à extensa cobertura jornalística. O artigo falava de um jovem e duas mulheres que se encontraram na Internet, e se mataram com gás, usando “briquetes.” O Asahi Sinbun e outros órgãos da imprensa continuaram fazendo reportagens com histórias novas a cada dia. Alguns outros pactos de suicídio com briquetes ocorreram em março, e foram seguidos por incidentes ocasionais do mesmo tipo até os dias atuais.

Sempre houve pessoas desejando estarem mortas, ou tendo pensamentos sobre a morte voluntária. Mas, antes, ninguém os encorajava diretamente a morrer. Nos meios de comunicação convencionais, se alguém diz ou escreve “eu quero morrer,” a resposta mais provável é “Espere, não morra!” Já na Internet, pelo contrário, qualquer um se sente livre para escrever o que quiser sob um nome falso. No momento em que alguém menciona intenções de cometer o suicídio, palavras inventivas aparecem imediatamente e alcançam o candidato ao suicídio. Palavras e expressões horríveis tais como “você é uma porcaria,” “você está morto,” “você não merece viver,” “o mundo estará melhor sem você” começam a se juntar. Estas frases curtas aparecem do nada, e até começam a percorrer páginas genuínas de consulta. No mundo pós-moderno da Internet, as palavras perdem sua ligação ao sujeito responsável por elas. Portanto, as páginas de suicídio pela Internet estão se tornando um campo fértil para o desenvolvimento de todos os tipos de comunicação negativa. Uma das páginas mais populares para a prevenção de suicídios teve que baixar a regra que os usuários só poderiam participar por no máximo meia hora, pra impedir que as emoções negativas se expandissem.

Também, antes da era da Internet, não havia quase nenhuma oportunidade para as pessoas que estavam contemplando o suicídio se encontrassem com outras pessoas com as mesmas idéias. Agora, encontrar companheiros é muito fácil. Em um minuto, os japoneses podem encontrar termos como “eu também quero me matar,” nestas páginas de suicídio. É um novo fenótipo da cultura do suicídio em grupo, com uma nova ênfase na cessação do sofrimento, do medo, do isolamento. É como se, de repente, o suicídio fosse aceitável, desde que fosse praticado junto com outras pessoas, e sem dor. Também é importante observar que, no discurso da mídia, aqueles que recrutaram companheiros raramente tiveram alguma sanção social. Provavelmente porque, uma vez que tal ato é considerado suicídio, ele é, por definição, um ato voluntário entre participantes. E mesmo que não seja, uma vez que os participantes estão mortos, quem vai levar a culpa?

Suicídio ou assassinato social?

Por que cometer suicídio? O sociólogo francês Emile Durkheim fez esta mesma pergunta no fim do século XIX, e disse que mesmo no suicídio, considerado o ato mais espontâneo, a sociedade tem a resposta. Não as mentes dos indivíduos afetados, mas o tipo de sociedade a que eles pertencem e as posições que eles ocupam dentro desta sociedade são decisivos (Durkheim, 1960). O fenômeno atual do suicídio no Japão é muito social no sentido mais definido ainda do que nas hipóteses de Durkheim. Primeiro, sociologicamente falando, os vocabulários, motivos e métodos de suicídio são delineados principalmente pela sociedade. Como o “vocabulário de motivos” do sociólogo americano C. Wright Mills estipula, as razões para uma ação são empregadas no processo de justificativa desta ação frente a outras pessoas e ao próprio indivíduo que a comete. E o vocabulário dos motivos vem da sociedade. O Japão está desenvolvendo um vocabulário de motivos associado ao suicídio, permitindo que as pessoas acreditem que não têm nenhuma outra escolha senão a morte. O suicídio é claramente um ato aceito como o último recurso para resolver problemas ou se livrar deles de uma vez por todas. Mas o Japão, por outro lado, falhou por não desenvolver os motivos para a vida que os membros da sociedade podem utilizar para justificar suas existências. Tais motivos para a vida são absolutamente necessários particularmente nesta era de globalização quando o valor econômico é superestimado e todos podem ser classificados como vencedores ou como perdedores.

Segundo, é aparente que o aumento do suicídio é inseparável da recessão econômica e dos déficits do sistema da previdência social no país. As Estatísticas Vitais do Japão revelam que na última década o número de suicídios está diretamente relacionado ao desemprego: quanto maior o índice de desempregos num ano, mais suicídios ocorrem, e vice-versa. A re-estruturação de companhias, o corte e a diminuição de empresas têm ocasionado um desemprego massivo para aqueles que já não são empregáveis na “nova economia.” Como os bancos japoneses sempre foram cuidadosos ao emprestar dinheiro, as pessoas autônomas que não têm outro lugar onde pedir dinheiro emprestado acabam caindo nas garras dos agiotas. Aqueles que caem nesta armadilha, são então forçados a crer que sua única saída é deixar uma boa soma em dinheiro no seu seguro de vida para ajudar a família enlutada ou os seus empregados.

Então vários estudos estimam o número futuro de suicídios dependendo da taxa de desemprego, mas estes estudos raramente observam a relação entre o déficit do sistema de assistência pública e o suicídio. Entre as nações economicamente avançadas, a porcentagem dos que recebem assistência pública no Japão tem sido baixíssima (1,5% em 2003), devido a uma avara política de assistência pública. Os empregados municipais encarregados deste setor dizem aos que vêm pedir assistência que eles devem fazer todo o possível para se virarem antes de pedirem ajuda. Quanto mais esforço por parte dos necessitados seria suficiente ara satisfazer o sistema? As pessoas abaixo de 65 anos de idade raramente são qualificadas para receber ajuda, apesar do fato que a Lei de Assistência Pública não estipula regulamentação de idade. Aqueles que têm que requerer assistência pública acabam por sentir-se destituídos de status, o que faz a assistência pública uma coisa humilhante. Esta assistência é, supostamente, um dos direitos humanos fundamentais garantidos pela Constituição, que diz o seguinte: “todas as pessoas têm o direito de manter padrões mínimos de saúde e vida cultural. Em todas as esferas da vida, o Estado usará todos os seus poderes para a promoção e a extensão do bem estar, da segurança e da saúde pública.” Será que estas palavras se transformaram em letra morta? Se tal não for o caso, talvez ela tenha sido morta desde o princípio.

Devido ao corrente aumento da taxa de suicídios, embora muitas coisas tenham sido propostas em relação à sua prevenção, todas elas estão mais ou menos sob a política de prevenção relacionada à saúde mental. O lançamento de um sistema de aconselhamento com uma linha direta pode talvez funcionar para algumas pessoas, mas não vai funcionar para aquelas com sérios problemas financeiros. A saúde mental não tem que ver com medida política, mas como a taxa de desemprego vai ser analisada e como uma espécie de rede de segurança vai ser colocada à disposição dos que dela necessitam. É impossível impedir-se suicídios que são induzidos por razões econômicas com a diminuição do orçamento da previdência social. Os empregos com salários decentes para homens e mulheres, assim como um generoso programa de assistência pública podem parecer uma rota indireta, mas este é, na realidade, o caminho mais secular de impedir-se o suicídio.

Sempre foi discutível se as ações dos Kamikazes e o ato de Harakiri deveriam ser considerados suicídios, já que eles eram, na realidade, mortes obrigatórias. O mesmo pode ser dito sobre a atual situação do suicídio no Japão. Os problemas econômicos, a doença, o pessimismo, todos têm feito parte do problema, pelo qual a sociedade é, acima de tudo, responsável. Há uma grande distância entre aqueles indivíduos que têm esperança e perspectivas para o futuro e aqueles que, simplesmente, caem no abismo.

PÃO E CIRCO no Brasil Hoje! Por Jorge Manuel Miranda Rodrigues Costa 15/06/2006 às 12:14

Anestesiados, os brasileir@s sem que disso se apercebam vão tendo circo mas cada vez menos pão.

PÃO E CIRCO

Por (*)


Na Antiga Roma, os Imperadores providenciavam para a satisfação do povo romano que nunca faltasse pão e circo.

Apesar da grave situação econômica, do acentuado aumento do desemprego, corrupção generalizada, do futuro incerto na função pública e das más notícias da segurança social, os brasileir@s parecem apenas preocupados com o futuro da seleção nacional de futebol.

Alienados pelo sonho irreal de uma vitória no Campeonato do Mundo de Futebol, os brasileir@s esquecem os seus reais problemas durante as próximas semanas. Os meios de comunicação social, com especial destaque para a rádio e televisão, alimentam até à exaustão o mito da possibilidade da vitória brasileira deixando para segundo ou terceiro plano as verdadeiras questões existentes na sociedade brasileira.

Já não há pachorra para tanto futebol, ele invade-nos as casas no café da manhã, ao almoço, ao jantar e nos intervalos, permanentemente, nem de madrugada nos livramos de tanta informação sobre as seleções, um enjôo!

Endeusados, alguns deles mostram-se mais proficientes durante as saídas noturnas que em nível do relvado, o que não será de bom augúrio para o desenlace da competição que se avizinha e para aquilo que alguns erradamente designam como um desígnio nacional, a conquista de um campeonato latino-americano ou, sonho supremo, mundial de futebol.

Enquanto o Brasil se mantiver na competição pouco ou nada se ouvirá sobre o desemprego, o atraso em relação ao resto do planeta, a mobilidade dos funcionários públicos, o abandono escolar coexistindo com mais de trinta e cinco mil vítimas da exploração do trabalho infantil, a destruição das nossas florestas pelos fogo e mais um sem número de problemas que nos colocarão a prazo, nos primeiros lugares do mundo em desigualdades sociais.

Ninguém se interrogará sobre a corrupção generalizada e o mensalão, sem haver responsáveis pela bandalheira política, do dinheiro desperdiçado e as suas conseqüências no atual processo eleitoral. E a possibilidade de dar um troco não sustentendo parasitas e anulando seu voto!

Ninguém se questionará sobre o fato da avaliação dos funcionários da administração não se estender aqueles que verdadeiramente são os responsáveis pelo estado a que tudo isto chegou.

Todos os holofotes e atenções se focalizam no percurso da nossa seleção, o Brasil sonha com a impossibilidade e assim quando a realidade se sobrepuser à ficção o despertar vai ser mais uma vezes muito doloroso.

Os deputados até já consensualizaram a alteração dos seus horários para evitarem estarem presentes em espírito na Assembléia mas ausentes na realidade e assim poderem ver os jogos repousadamente e sem pesos na consciência. Máximo da generosidade, aguarda-se a todo o momento que esta flexibilização se estenda a toda a população ativa brasileira.

Poucas são as vozes que tentam moderar as expectativas populares e muitas, com elevadas responsabilidades, as que as alimentam.

Anestesiados, os brasileir@s sem que disso se apercebam vão tendo circo mas cada vez menos pão.

http://
militantesocialista.blogspot.com/2006/06/po-e-circo.html

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/06/355892.shtml

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Milagre natalino?

Para o menino chinês Liu Cheong, foi um milagre. O jovem arqueiro foi atingido no olho direito por uma flecha quando realizava treinamento na cidade de Jiutai. A longa flecha atravessou todo o crânio da criança e por um triz não atingiu o cérebro. A flecha só parou ao tocar novamente o crânio de Liu.

"Foi um milagre ele ter sobrevivido ao acidente", comentou um médico à imprensa chinesa.

A menina que flechou o arqueiro, Yan Shin, de 13 anos, foi internada em estado de choque.

Russo tatua esfinge no peito de gato


Gato tatuado com esfinge

Depois dos porcos, o gato tatuado. Um russo resolveu tatuar uma esfinge egípcia no seu gato! A operação foi facilitada pelo fato de a espécie não ter pêlos.

O homem de 30 anos tem uma tatuagem semelhante na costas. Agora não tira os olhos do animal, chamado de Mickey em homenagem ao ator Mickey Rourke.

"O processo demorou várias horas. O gato foi anestesiado durante o procedimento e não sentiu nada", contou o dono de Mickey ao jornal "Pravda".

"Todos ficam loucos quando vêem o Mickey e querem logo tirar fotos com ele",

http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/ tem mais lá

Chinesa perde parte da audição após beijo caprichado...


Uma mulher ficou quase surda após beijo apaixonado do namorado. O caso aconteceu na cidade de Zhuhai, no Sul da China. A chinesa teve ruptura de tímpano no ouvido direito durante o beijo francês caliente.

De acordo com o jornal "China Daily", o médico que atendeu a mulher afirmou que a paciente vai recuperar totalmente a audição em até três meses. Mas ela vai precisar tomar cuidado com os beijos.

Ele explicou o que ocorreu: "o beijo demorado reduziu a pressão na boca, forçando fortemente o tímpano, até que ele se rompeu".

E o mais sensacional na história:

"Beijar é normalmente seguro, mas os médicos orientam que as pessoas devem agir com cautela"
(Dica do jornal chinês)

Seria como o casal abaixo?

Beijo com cautela

Uma batata de mais de 11 quilos!


Batata de 11,3 quilosKhalil Semhat está radiante. O agricultor libanês colheu o que seria a maior batata já registrada no planeta: o tubérculo-gigante tem nada menos que 11,3 quilos! Ele garante não ter usado fertilizantes.

Tomara que a família Semhat goste muito de batata assada, batata cozida, batata frita, purê de batata, batata rösti...

http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/


Como um nome assim, como escapar da vida de crime?


Dalcapone Alpaccino Morris

O nome do sujeito: Dalcapone Alpaccino Morris. As condições de vida já eram desfavoráveis, os pais, fãs de "Scarface", deram o empurrãozinho que faltava. Não havia outra saída do destino: o crime. O americano acabou preso na cidade de Montgomery, Ohio. Diferentemente do gângster da série "Poderoso chefão", estrelado por Al Pacino, Dalcapone é um bandidinho comum: acabou atrás das grades após ser flagrado com drogas. Na infância, a pseudo-estrela do crime já tinha registros de delinqüência... Qual será o próximo capítulo? Estudar na cadeia e virar o "Advogado do Diabo"?

domingo, 7 de dezembro de 2008

Jesus de chocolate

Igreja critica empresário que lançou chocolate em formato de Jesus

Objetivo do produto é resgatar 'religiosidade', diz Frank Oynhausen.
Para porta-voz de igreja, imagem de Cristo fica arruinada.

Da Reuters

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Artesão esculpe imagem de menino Jesus em chocolate branco durante feira alimentícia em novembro de 2005 (Foto: Jose Manuel Ribeiro/Reuters)

Igrejas da Alemanha criticaram nesta terça (2) um empresário que lançou uma linha de chocolates em formato de Jesus.

Frank Oynhausen, responsável pelo produto, diz que a intenção é resgatar valores religiosos tradicionais para o Natal na Alemanha.

Mas a Igreja Protestante da Alemanha e Igreja Católica não gostaram da idéia.

"Estava pensando em uma maneira de reintroduzir valores religiosos tradicionais nesse mundo comercial", disse Frank, que estava desempregado desde que faliu, há dois anos, trabalhando com reciclagem.


Junto com um amigo, Frank desenvolveu o conceito de "Sweet Lord" - chocolates em formato de Jesus que são vendidos em lojas e pelo site www.goldjesus.com.

Segundo ele, milhares de pessoas já encomendaram os chocolates, que são embrulhados com papel metálico dourado.

"É horrível que Jesus seja embrulhado em papel dourado e vendido em meio a coelhos de chocolate, pingüins comestíveis e pirulitos", disse Aegidius Engel, porta-voz do acerbispado de Paderborn. "Isso está arruinando o símbolo de Jesus".

"Esperamos conseguir exportar os chocolates um dia", diz o empresário. Ele diz que o produto seria muito popular em certos lugares dos Estados Unidos.

Em 2007, uma escultura de chocolate que reproduzia Jesus causou polêmica quando foi exibida em uma galeria de arte de Nova York.

Leia mais notícias de Planeta Bizarro

Liberdade de Escolha em Suplementos

http://www.abenutri.org/index.asp


ATENÇÃO: Diariamente, em fóruns, ruas e academias, as pessoas reclamam de como o Brasil está atrasado, se comparado a tantos outros países, no campo da suplementação alimentar.

Essa é a nossa oportunidade de fazer algo!

É uma consulta pública e as autoridades estão pedindo a nossa opinião. Não deixe passar essa oportunidade. Não deixe de se manifestar em poucos segundos!


O segmento técnico-nutricional mundial avança em ritmo acelerado. Atletas de todo mundo, hoje mais do que nunca, têm acesso a uma suplementação alimentar que lhes auxilia na superação de recordes, mantendo-os cada vez mais preparados para novos desafios. Praticantes de atividade física em geral também são grandes beneficiados destes avanços, já que estes suplementos os ajudam a obter resultados em performance, saúde e até mesmo estética, pois para muitos a falta de tempo e a dificuldade de realizar refeições saudáveis e equilibradas todos os dias é uma realidade.

Os praticantes de atividades físicas buscam melhor qualidade de vida por meio da prática esportiva e alimentação adequada. E a suplementação é grande aliada já que uma alimentação apenas com alimentos e em proporções ideais passa a ser utópica para muitos nos tempos modernos. Vale ressaltar também que, embora não sejam profissionais, muitos praticantes de atividades físicas têm rotinas físicas que demandam quantidades de nutrientes maiores do que pessoas sedentárias. Para satisfazer a essa demanda, o uso de suplementos alimentares específicos é de grande ajuda.

Todos os cidadãos europeus, norte-americanos, e tantos outros mundo afora têm acesso a esses suplementos. Todos esses menos, infelizmente, os brasileiros. Aqui é a terra do in natura, onde o avanço técnico-nutricional não consegue ter lugar.

Os brasileiros estão sendo privados dos benefícios dos suplementos que o resto do mundo já desfruta porque nada é suficiente para comprovar às autoridades nacionais (ANVISA) que determinada substância ou produto é seguro. Nem mesmo o fato de essa substância já ser consumida há décadas por milhões de pessoas (em praticamente todos os países de primeiro mundo) serve como prova.

Há tempos, as empresas que atuam na área de produção e importação de suplementos alimentares, buscam junto à ANVISA uma atualização normativa para tentar fazer com que o Brasil chegue um pouco mais perto dos países desenvolvidos. Inúmeras reuniões com incontáveis documentos e estudos foram apresentados para se tentar alcançar esse objetivo. Em resposta a tudo isso, no dia 14 de novembro de 2008, finalmente a ANVISA publicou a Consulta Pública 60/2008, com a nova proposta de Resolução para nortear a produção e comercialização dos Suplementos Alimentares no Brasil. Todavia, para surpresa geral, em vários quesitos houve uma regressão.

Para começar, a ANVISA pretende classificar “Suplemento Alimentar” apenas e exclusivamente para Atletas (que segundo este órgão, são pessoas que praticam exercícios físicos de alta intensidade com objetivo de rendimento esportivo ou competição). Ou seja, para os 99,50% da população brasileira restante, em vez de um shake nutritivo, o pastel na esquina voltou a ser a melhor opção. Mas isso é apenas um detalhe. O principal é que, apesar de reconhecermos que a suplementação alimentar não chega a ser vital ao restante da população (aos não atletas profissionais), isso não significa que deva ser proibida. Muito pelo contrário, deveria ser incentivada. Afinal, vivemos ou não em um país livre? E o nosso direito a escolha?

À ANVISA cabe simplesmente o dever de garantir a segurança do alimento ao consumidor. Uma vez que já não há dúvidas quanto a isso, a escolha de consumir ou não, em um estado livre, deve ser EXCLUSIVAMENTE do cidadão.

Quero deixar claro:

1. Eu sou livre para escolher se no meu almoço optarei por um bom prato de comida, um “X-Tudo”, ou um shake Meal Replacement;

2. Eu decido se uso ou não um suplemento energético para auxiliar o meu estímulo de praticar uma atividade física depois de um longo e cansativo dia de trabalho;

3. Eu resolvo se, depois do futebol com os amigos, bebo água ou isotônico (Gatorade, por exemplo) – pois, novamente, pasmem, para a ANVISA, apenas atletas poderão tomar Gatorade!!!

Tudo isso fora outros retrocessos técnicos, como manterem o bloqueio a aminoácidos isolados (carnitina, arginina, taurina, etc.), enquanto o resto do planeta utiliza e se beneficia com estes. Porém, nada pior e mais incoerente do que retirar da norma (e dessa forma passar a proibir) um dos produtos mais antigos e consumidos do mercado mundial: o BCAA (aminoácidos da cadeia ramificada). Talvez o pensamento tenha sido: já que vamos liberar a creatina (finalmente, com 10 anos de atraso em relação ao resto do mundo), temos que tirar algo. Porém, isso não é uma negociação de troca. Temos que andar para frente, e não para os lados.

Não havendo, portanto, motivo de risco à saúde é de se perguntar porque a tentativa de intervenção do Estado, representado pela ANVISA, no direito e liberdade de cada um de consumir o que quiser?

Se você concorda com tudo isso, junte-se a nós e encaminhe seu MANIFESTO à ANVISA já!

Até agora já encaminhamos manifestos.

Novíssima temporada!


Nova temporada


sábado, 6 de dezembro de 2008

Mario Kart

Meu amigo me passou essa coisa aqui! Um cara fazendo Live Action de Mario Kart.



quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

*****ENTREVISTA PARA UMA GRANDE EMPRESA*****




****** 1º) Candidato formado na USP


Diretor:
- Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato:
- Ora, é um pensamento.

Diretor:
- Por que?

Candidato:
- Porque um pensamento ocorre quase instantaneamente.

Diretor:
- Muito bem, excelente resposta.

****** 2º) Candidato formado na PUC


Diretor:
- Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato :
- Um piscar de olhos.

Diretor:
- Por que?

Candidato
: - Porque e tão rápido que as vêzes nem vemos.

Diretor: -
Ótimo





****** 3º) Candidato formado na UNICAMP:


Diretor:
- Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato:
- A eletricidade.

Diretor:
- Por que?

Candidato :
- Veja, ao ligarmos um interruptor, acendemos uma lâmpada
a 5km de distância instantaneamente .

Diretor:
- Excelente.

****** 4º) Candidato fazendo curso no SENAI do Piaui :

Diretor:
- Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato:
- Uma diarréia...

Diretor:
- Como assim ? Você está brincando rapaz? Explique isso direito...

Candidato:
- Isso mesmo. Ontem a noite eu tive uma diarréia tão forte, que
antes que eu pudesse pensar, piscar os olhos ou acender a luz, já tinha me
cagado todo...

Diretor:
- O emprego é seu!

'Fundamento técnico e cálculo não é tudo...
entender de cagadas é o que o mercado precisa'

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Cornos=B


O PAULISTA: Encontra a mulher com o outro na

cama e vai fazer terapia. Afinal, o problema deve

ser com ele.

O CARIOCA: Encontra a mulher com o outro na cama, junta-se a eles e se diverte.

O MINEIRO: Encontra a mulher com o outro na cama,

mata o homem e continua casado com a mulher, exatamente

como manda a TFM, Tradicional Família Mineira.

O GAÚCHO: Encontra a mulher com o outro na cama e,

ao contrário do mineiro, mata a mulher e fica com o

marmanjo só pra ele.

O CEARENSE: Encontra a mulher com o outro na cama e,

sendo o cabra da peste que é, mata os dois e arruma

outra no dia seguinte.



O GOIANO: Encontra a mulher com o outro na cama,

entra em depressão, pega a viola e vai pra rua à procura

de outro corno pra montar mais uma dupla sertaneja.

O BAIANO: Encontra a mulher com o outro na cama

e vai sentar na sala até que os dois terminem o que

estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.

O PARAIBANO: Encontra a mulher com outro na cama

e enche a destruidora de lar de porrada.
Decepa o

pênis do cabra da peste, salga e o pendura, pra

fazer 'carne de sol'.

O PESSOAL DE BRASÍLIA: Sempre que pega a mulher com

outro na cama, de raiva vai para o congresso e

inventa mais um imposto.

height="80"/> . . Desocupados já apreciaram o Recheio da Lingüiça. web stats
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